terça-feira, 12 de setembro de 2006

Noticias

Olá meninas! Antes de mais, quero pedir desculpa por ter estado este tempo sem postar (apesar de visitar os vossos cantinhos), mas é que tenho andado meio adoentada e tenho passado imenso tempo na faculdade, pois devido ao tratado de Bolonha, está tudo numa desorganização tremenda… as aulas estavam previstas para começar no dia 18, mas devido aos atrasos começam só dia 25, e até hoje, ainda não saíram os horários…
Desculpem o desabafo, eu sei que vocês não têm culpa de nada disto =p
Já tenho um post em draft, para dar a conhecer um pouco mais de mim, mas que ainda não acabei. Em breve volto a dar noticias.
Beijos, e obrigada pelas visitas e comentários.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Quimeras

Quimeras

Quero percorrer os caminhos proibidos que conduzem para lá de mim.
Transcender esta essência secreta que se apega em cada pedaço daquilo que sou.
Quero voar, sentir, respirar esta vontade de ir mais além.
Flutuar por esses mares que ainda ninguém descobriu.
Quero viver com toda a garra, soltar as amarras dos ecos e dos silêncios bordados pelo passar dos anos.
Sonhar num mundo onde tal é crime, ultrapassar a barreira invisível que tantos temem.
Quero abraçar a certeza do ser e vencer a ampulheta que não espera por nada nem ninguém.
Tecer a verdade que tantos procuram… tecer a verdade que poucos encontram…

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Regresso a casa

Regresso a casa


Voltei a Lisboa depois de umas férias no Alentejo. Confesso que estava já com saudades de casa. Não há sítio onde me sinta melhor.
No entanto, souberam-me bem estes diazitos. Apesar de achar que dificilmente me acostumava a viver numa aldeia, onde as rotinas são totalmente diferentes e onde o tempo parece andar mais devagar, parece que lá se respira de uma outra forma. Porque os sentidos lá parecem receber estímulos diferentes. Porque nas ruas cheira a pão quente ainda no forno de lenha. Porque as pessoas nos cumprimentam, mesmo sem nos conhecer. Porque à noite, se vêem muito melhor as estrelas….
Verão é por lá sinónimo de festas, bailes e procissões. E é incrível ver como uma aldeia, que muitos julgam tão pequena, se consegue tornar enorme. De uma ponta à outra, as pessoas juntam-se na praça central, para tornar aqueles dias (mesmo que sejam poucos por ano) em dias de união, de dádiva, de fé.
A paisagem por lá é também muito diferente. Gradações de amarelo e verde embelezam os campos que se avistam até à linha do horizonte. Nas aldeias predomina o branco da cal. Nas ruas, as pedras colocadas de forma grosseira, dificultam o andar.
Tenho tantas memórias de lá! Memórias de infância, de tempos que jamais voltarão atrás, de pessoas que jamais voltarão a beijar-me a face… mas que eu tenho felizmente tão presentes em mim, apesar da minha tenra idade quando partiram.
A viagem de regresso é, normalmente, a que eu mais anseio. Sabe-me tão bem entrar em casa depois de uns dias (mesmo que poucos) fora… o meu quarto tem sempre aquele toque tão Meu…
As malas já estão desfeitas, as coisas no seu sítio, tudo volta ao normal. Restam das férias as memórias e as fotografias.
Até breve terras de pão e gentes de paz! Eu reembarco na rotina da cidade.

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Apanhada pela corrente

Apanhada pela corrente
Desafiada pela kLaUdIa, aqui vou eu responder ao desafio:
Empregos que já tive
Ainda não tive um “Emprego”. Tenho-me dedicado aos estudos.
Nas férias grandes do décimo primeiro para o décimo segundo, fui monitora de crianças na praia. Não se pode considerar um “emprego”, mas no entanto foi uma tarefa que exigiu bastante responsabilidade.




Filmes que não me canso de assistir
“O fabuloso destino de Amélie”;
“O amor acontece”;
“Residência Espanhola” & as “Bonecas Russas”;
“A vida é bela”




Programas de tv que não me canso de assistir
“Desperate housewives”;
“Dharma & Greg”;
“Un Paso Adelante”;
“Hospital Central”





Livros que recomendo
“Fazes-me falta”, de Inês Pedrosa (sem dúvida, um livro fantástico… atrevo-me até a dizer que é viciante. Desde a originalidade do formato à forma apaixonante como é escrito, tudo neste livro me cativa. Gostei de lê-lo, e ainda mais de relê-lo);
“Aparição”, de Virgílio Ferreira (li-o pela primeira vez no 12º…era um dos livros de leitura obrigatória, mas “devorei-o” com muito gosto até à última palavra… amei porque diz mais para além do que está escrito nas suas páginas, e é isso que eu mais aprecio num livro);
“Almas cinzentas”, de Philippe Claudel (um livro surpreendente, que nos envolve num mistério cujo desvendar é surpreendente… para além disso, o autor ‘ilustra’ perfeitamente com as palavras tudo aquilo que descreve);
Os livros de poesia do Ary e do Pessoa (porque para mim são os melhores… porque conseguem como ninguém jogar com as palavras de uma forma surpreendente… porque poucos conseguem fazê-lo como eles);



Lugares onde vivi
Sempre em Lisboa



Comidas favoritas
Salada de polvo;
Cordon Bleu;
Arroz de tamboril;
Arroz de marisco
(Tudo feito pela mamy, que cozinha de forma divinal)




Músicas favoritas
“Digale”, “David Bisbal;
“Esta ausência”, David bisbal;
“Lo ves?!”, Alejandro Sanz;
(sim… sou louca por música latina)
“Musica de Filme”, Toranja




Lugares onde gostaria de estar neste momento
Numa ilha paradisiaca


Desafio as meninas que ainda não tiverem respondido.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

New Look

New Look



Andei dois dias às voltas com o novo template da "Quimera de Cetim" (ah pois,principiantes...é o que dá), mas confesso que gostei do resultado final. Apesar de gostar muito do template anterior, decidi que queria fazer um, para tornar o meu cantinho ainda mais meu.
Espero que gostem.

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

O mundo que apaga quando as estrelas se acendem

O mundo que apaga quando as estrelas se acendem...

Vidas perdidas, vendidas ao vento
Corpos vendidos, perdidos no tempo...
Desejos, punhais que ferem sorrisos,
Armas letais de gestos imprecisos...
Silêncios secretos, sufoco que mata
Gemidos perdidos, gritos que assaltam
As luzes que ofuscam o escuro que ata
As vozes perdidas, as forças que faltam...
Olhares indiferentes e cruéis que suspendem
O mundo que apaga quando as estrelas se acendem…

quarta-feira, 26 de julho de 2006

Porque há quem torne os momentos inesquecíveis...

Porque há quem torne os momentos inesquecíveis...

Foi um dia diferente passado na companhia de grandes amigos. Muitos sorrisos, abraços, gargalhadas, conversas sem nexo que sabem tão bem…
- Um almoço diferente: um piquenique ao ar livre com comida voadora ( o vento não perdoa;
- Um cão da rua que pelo menos um dia teve um almoço decente…
- Uma ida para a mata;
- As aventuras para passar pelos regadores da relva “eia, parece que estamos dentro de um jogo de plataformas”;
- O jogo do lobo e da “Bidente”, que segundo o Cid, é uma mulher com dois dentes… (e a aldeia adormeceu e acordou… e voltou a adormecer… e voltou a acordar…)
- A promessa de voltarmos ao mesmo sítio, daqui a muitos anos, já com os netos…
- A “força” do avô da terra da Dorinha…lol;
- As saias das Floribella;
- Parabéns Raul!

Sem dúvida um dia para recordar… porque todos os simples momentos ao vosso lado sabem TÃO bem… e porque vos adoro!

terça-feira, 25 de julho de 2006

Guardo

Guardo o teu sorriso dentro do meu coração,
Bem dentro de mim, onde mais ninguém entra,
Guardo os teus murmúrios em cachos de solidão
Que crescem rebeldes quando a noite me enfrenta.
Guardo os teus abraços no céu dos desejos
Que me massacram em silêncio a consciência,
Guardo no peito o mais profundo dos beijos,
O grande labirinto que é a tua essência.
Guardo nas mãos a ternura de um toque
Que na face de espinhos me pousou,
Guardo nos olhos um brilho insustentável,
A loucura saudável de quem amar ousou.
Guardo em sonhos a luz da tua imagem,
A forma perfeita de um ser incompleto,
Guardo na mente o sabor da miragem
Que do escuro ergueu o direito de veto.
Guardo na voz a rouquidão assassina
Que me embala a alma com gestos subtis,
Guardo nos ombros a força que domina
Os brutos pecados de horizontes hostis.
Guardo nos pés os passos serenos
Que avançam sozinhos à procura de alguém,
Guardo no estômago os podres venenos,
A dor mais muda do mais surdo além...




Porque hoje me apeteceu reviver o misto de sentimentos que este poema desperta em mim... porque o escrevi numa altura que não volta mais... e porque é especial para mim... porque foi ele que me levou a ganhar o concurso literário José Gomes Ferreira do ano de 2004... porque, pura e simplesmente, me apeteceu...

terça-feira, 18 de julho de 2006

O renascer da Quimera

O Renascer da Quimera


Pois é... depois de um tempo de abandono do http://quimeradecetim.blog.pt devido às exigências académicas, decidi que o retorno deveria ser um recomeço, e por isso, é neste novo espaço que, tal qual Fénix renascida, aqui retomo o partilhar de uma das minhas grandes paixões: a escrita.




... Porque trago nas mãos a seda macia tecida a sonhos e bordada a fantasia…
… porque trago nas asas a voz do vento que me embala a alma em noites de alento…
... e porque trago lapidada em mim esta Quimera que é de Cetim...




Sejam bem vindos a este meu pequeno mundo!